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Autor Tópico: 40 anos de Cravos fez mais escravos  (Lida 918 vezes)

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Offline Ruy Deus

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40 anos de Cravos fez mais escravos
« em: 11, Maio, 2014, 09:50:52 »

40 anos de Cravos
O PIB
Os anos do PREC, 1974 e 1975, em que o PIB calculado a preços constantes decresceu 2,34%, com destaque para o tumultuoso ano de 1975 em que registou um decréscimo de 5,10%, o pior desde a Revolução dos Cravos;
Os anos entre a entrada em vigor da Constituição de 1976 e a entrada na CEE, entre 1976 e 1985, durante os quais o PIB cresceu 36,94%, a uma taxa média anual de 3,19%;

Os anos desde a entrada em circulação do Euro e o recurso ao apoio financeiro externo por parte do FMI e do Fundo Europeu de Estabilização Financeira, entre 2002 e Junho de 2011, em que a economia portuguesa estagnou, tendo crescido apenas 4,40%, a uma taxa média de 0,45% ao ano. Durante este período Portugal teve como Primeiros Ministros Durão Barroso, actual presidente da Comissão Europeia e Pedro Santana Lopes, ambos apoiados pelo PSD e CDS-PP, entre Abril de 2002 e Março de 2005. Entre 2002 e 2004, o PIB cresceu 1,40%, a uma taxa média anual de 0,46%. De 2005 a Junho de 2011 foi Primeiro Ministro José Sócrates. Entre 2005 e Junho de 2011, o PIB cresceu 2,96%, a uma taxa média anual de 0,45%;

O descontrolo da dívida soberana, do défice público e o consequente insuportável aumento dos juros que o Estado português se viu obrigado a ter de pagar para se poder financiar nos mercados internacionais levou a que se recorresse à intervenção externa por parte do FMI e do Fundo Europeu de Estabilização Financeira. A partir do 2º semestre de 2011, já com Pedro Passos Coelho como Primeiro Ministro, a economia portuguesa, que já tinha entrado em recessão, viu o seu PIB desacelerar-se mais rapidamente, tendo este caído 5,50% até ao fim de 2013, a uma taxa média anual de 2,24%. A queda do PIB em 2012, de 3,17%, foi a 2ª pior desde o 25 de Abril de 1974, só superada pela de 1975.

Em Portugal, a despesa pública passou de 33,5% do PIB em 1980 para 47,9% em 2010, tendo a maior parte desse crescimento ocorrido entre 1985 e 1995, durante os 3 governos de Cavaco Silva (10,6%).
A corrupção tornou-se um assunto de importância política e económica para o país. Alguns casos são bem conhecidos e foram amplamente divulgados nos meios de comunicação, tais como acontecimentos em vários municípios envolvendo autoridades municipais e empresários locais, bem como políticos de alto-escalão.24 25Não obstante o Índice de Percepções de Corrupção de 2010, compilado pela Transparência Internacional, colocou Portugal na 31ª posição em termos de percepção de corrupção, logo abaixo de Israel e Espanha, e 34 posições acima da Itália.26

Industria
Este setor foi pouco expressivo até meados do século XX quando a partir dos anos 50 e sobretudo dos 60, sofreu uma forte expansão movida sobretudo pelas mudanças em curso na sociedade portuguesa, pela mudança dos camponeses para a cidade, os investimentos nas colónias africanas, a criação de uma sociedade de consumo. A partir dos anos 80, e continuando até aos dias atuais, assistiu-se a uma desindustrialização do país e reestruturação das empresas, sobretudo na região Norte e na zona industrializada de Setúbal o que teve sérias consequências, como o aumento do desemprego e da pobreza
Tendo aderido à então Comunidade Económica Europeia, em 1986 (que se veio a tornar na União Europeia) juntamente com a Espanha, o país iniciou, então, um período de fortes reformas e de elevados investimentos em infra-estruturas que se reflectiram numa rápida aceleração do crescimento económico português

A circulação de notas e moedas iniciou-se em 1 de Janeiro de 2002. A participação no Euro obriga o país ao cumprimento das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento, obrigando o controle das contas públicas e da inflação, mas assegurando ao país níveis mínimos históricos de inflação e taxa de juro.
Em 2002 entra o FMI em Portugal para o forçar a pedir ajuda

Entre 1985 e 1995, a economia portuguesa, com a saída do FMI e a entrada na Comunidade Económica Europeia, verificou taxas de Entre 1995 e 2001, o crescimento anual da economia foi de 3,9%, levemente superior ao dos 10 anos precedentes. Desde 2002 a economia portuguesa tem estado estagnada ou em recessão, à excepção do ano de 2007 em que cresceu 2,4%. De 2002 a Junho de 2011, durante os governos de Durão Barroso, Santana Lopes e José Sócrates a economia cresceu a uma taxa média anual inferior a 0,5%. Desde Julho de 2011 a economia recuou a uma taxa média anual de 2,5%. Entre 2002 e 2013, a economia recuou 1,3% .

Actualmente, a estrutura da economia portuguesa baseia-se principalmente no sector dos serviços, que representa cerca de 67% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. A partir de 2002,  já com a participação do FMI, Portugal tem vindo a enfrentar um problema de estagnação económica, com a economia a crescer menos de 2% ao ano, abaixo da média da União Europeia, que é de 2,5%. A partir de 2009, Portugal tem vivido uma situação de recessão económica, conjugada com um crescimento contínuo da dívida pública, políticas de austeridade, nacionalização de bancos falidos, intervenção externa acompanhada de resgates financeiros à economia nacional, dificuldades no controlo do défice, clima de contestação social e atritos entre diversas instituições, nomeadamente o governo e o tribunal constitucional, provocados pela crise económica.

Offline Xmaxyama

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Re: 40 anos de Cravos fez mais escravos
« Responder #1 em: 11, Março, 2019, 07:11:06 »
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